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BRASIL 3ª DOSE

Queiroga afirma que Ministério da Saúde não recomenda o uso da Coronavac para a 3ª dose

Segundo a decisão do Ministério da Saúde, vale não apenas para a Coronavac, mas para qualquer vacina que ainda não tenha recebido o registro definitivo concedido pela Anvisa

03/09/2021 17h43
Por: Rodrigo Rattes Fonte: BNEWS
Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta não recomenda o uso da Coronavac para a terceira dose enquanto não houver o registro definitivo concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A declaração foi feita em em entrevista à CNN nesta sexta-feira (3).

“É necessário que haja a aprovação dos imunizantes para aplicação nestes grupos específicos, não podemos colocar qualquer imunizante. Só tem um deles com aprovação [definitiva] da Anvisa. E se não tiver a aprovação da Anvisa nós não vamos aplicar através do PNI. Vou deixar bem claro: aprovação da Anvisa. Vamos avançar com a dose de reforço nesses grupos que mencionei e, se as pesquisas apontarem para necessidade desse reforço no restante da população brasileira, faremos isso até o final do ano”, disse.

Segundo a decisão do Ministério da Saúde, vale não apenas para a Coronavac, mas para qualquer vacina que ainda não tenha recebido o registro definitivo concedido pela Anvisa. “Não só Coronavac, mas qualquer uma das vacinas que não tenham o registro da Anvisa não serão utilizadas por uma questão de segurança da população.”

Segundo ele, a pasta não autorizará a aplicação das vacinas sem o registro definitivo em adolescentes e para a terceira dose. A vacina da Pfizer é a única que possui o registro definitivo da Anvisa.

Queiroga ressaltou ainda que a orientação do Ministério da Saúde é pelo uso da vacina da Pfizer para a dose de reforço e, segundo ele, a decisão de uso deste imunizante é técnica. “O nosso PNI é respeitado mundialmente, a escolha da Pfizer não foi feita pelo ministro, foi feita pelo grupo técnico [do Ministério da Saúde], disse.

O ministro mencionou que se, caso seja necessário, a pasta irá adquirir mais doses dos imunizantes em uso no país e que o governo federal tem o compromisso que imunizar toda a população adulta até outubro.

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