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Em tempos de #coronavírus evite sair de casa, proteja seu bem maior, sua família.

O dia em que a Terra parou… Raulzito previu isso…
Ano novo chinês, fevereiro de 2020.
O ano do rato começa.

Estamos passando por uma nova variação de um vírus já nosso antigo conhecido, do qual já não tínhamos o mínimo medo, e que chegou no momento das notícias instantâneas, das redes sociais e WhatsApp.
A população vive uma nova era, onde o que é feito no particular, é mostrado para o mundo todo, instantaneamente, e julgado na mesma velocidade.

Uma era em que a dor, a doença, o mau trato, a discriminação, não são tolerados – quando expostos – e que causa um posicionamento politicamente correto obrigatório aos que se preocupam com a opinião pública, incluindo aí a totalidade das empresas, prestadores de serviços, e uma boa parcela da população, especialmente os mais jovens, ainda buscando aceitação.

Ir contra o establishment significa o ostracismo, significa ser atacado com ódio, especialmente pelos que mais pregam a igualdade e a tolerância.
E então reaparece esse vírus, com uma ligeira mutação que o torna imune aos nossos anticorpos, altamente contagioso através das vias respiratórias e que causa uma infeção nestas, que em até dez porcento dos casos, pode levar à morte. A maioria desses casos, vinculada à presença de outras condições de saúde debilitada.

E o mundo se fecha em suas casas. Negócios no mundo todo, quebram, uma recessão econômica forte se inicia, trazendo com ela o desemprego em massa, que agrava ainda mais a recessão. A recessão traz quadros de angústia, ansiedade, depressão, e a imunidade geral fica mais fraca. Aumentam as fatalidades por outras doenças que antes estavam relativamente controladas, e até que mais da metade da população se contamine com o novo vírus, a doença segue como um risco sério de morte.
E enquanto isso não acontece, governos, autoridades sanitárias e empresas, são obrigadas pela opinião pública a manter as pessoas em suas casas.

O número de notícias falsas e alarmistas aumenta diariamente, e são espalhadas como fogo em pólvora, nos grupos, por pessoas que não tem noção do mal que estão causando.
Pânico.
Pessoas correm para os mercados e esvaziam prateleiras, compram muito mais do que precisam, com medo do apocalipse. Itens de primeira necessidade começam a faltar, enquanto apodrecem nas casas dos mais egoístas, e a fome começa a matar mais do que o vírus.
E ao final de dois meses, quando um terço da economia ocidental quebrou, o vírus some. Controlado por nossos anticorpos. E a China compra as empresas falidas no mundo todo, a preço de guirlanda chinesa.
E agora o mundo é chinês.

Por: Pedro Caribé

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